Saiba porque a segurança do seu cartório não pode parar

O consumo de internet e o tráfego de informações que gera dados para o mercado de tecnologia crescem cada vez mais no mundo.

 

Diante disso, surge a dúvida: como posso proteger os meus dados?

De acordo com uma pesquisa realizada no início desse ano pela empresa Karspersky, especializada em segurança cibernética, 34% dos usuários de internet já tiveram suas contas acessadas sem o seu consentimento, 82% já tentaram apagar seus dados em alguma rede social e 54% não sabem quando seus dados foram fraudados.

A apropriação de dados pode ser utilizada para criar perfis falsos, captar número de telefones e dados pessoais, documentos e, principalmente, fraudar contas bancárias.

Tanto pessoas físicas quanto empresas e instituições, como cartórios, podem ficar vulneráveis aos ataques cibernéticos.

No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) assegura o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais dos usuários.

Porém, com o aumento de consumo de internet causado pelo isolamento social, a data está em processo de adiamento.

Toda organização que mantém algum tipo de cadastro ou registro de informação de clientes deve se adequar à essa nova legislação.

Os cartórios, por exemplo, costumam exercer muito esse tipo de atividade diária.

Por isso, é muito importante que as serventias contem com métodos capazes de preservar seus dados com toda a qualidade e segurança.

Pois, caso ocorram perdas, o prejuízo será imensurável.

 

Fonte: Escriba

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